Biointegral Saúde para conquistar seus objetivos

Biointegral Saúde para conquistar seus objetivos

Tem quem ache que tratamentos de saúde integrativa são apenas para quem já tem uma dor ou doença. Mas eles também servem e muito bem para quem tem objetivos e, por motivos diversos, não consegue alcançá-los. Saiba por que.

Tratamentos de saúde integrativa, como o próprio nome diz, tem foco na saúde integral do ser humano e são indicados para todos os tipos de problemas, de dores a doenças crônicas até problemas de ordem emocional e de direcionamento de vida. Mas, como assim? Eu explico: muitas vezes, nossos problemas são enraizados em vivências e memórias gravadas em nosso subconsciente e até mesmo nas células do nosso corpo. Trazemos conosco, além dessas memórias, várias crenças passadas de geração em geração e, inclusive, por meio do convívio social. Muitas dessas crenças acabam sendo, como é muito usual se chamar ultimamente, limitantes. Ou seja, elas, silenciosamente, nos levam a agir de determinadas maneiras, ou a evitar certas ações, para nos proteger. Imagine que você cresceu ouvindo máximas como “o dinheiro é sujo”, ou “só os humildes entrarão no reino dos céus”. Se prosperar é ruim, por que você trabalhará para isso? Em casos de crenças como essas, o que acontece é exatamente o contrário, vivemos trabalhando muito, seguindo crenças como “Deus ajuda a quem cedo madruga” e não sentimos a prosperidade em nossas vidas. Por que, sem saber, a evitamos. E assim acontece com muitas crenças, a lista é realmente longa. Então, imagine que seus objetivos têm a ver com prosperidade, mas você tem, em seu inconsciente, essas crenças descritas acima. Vai ser mais difícil de atingi-los certo?

Mas, então, como agir para conquistar objetivos?

O primeiro passo é investigar o modo como pensamos e agimos. Reconhecer nosso sistema familiar de crenças, por exemplo, e inclusive o que é aceito como senso comum pela nossa sociedade, é fundamental. Depois disso, questionar é o segundo passo, se é assim mesmo que você pensa, se você, como individualidade, acredita nessas “verdades” ou se as segue sem perceber. Quando nos tornamos conscientes e investigadores da nossa mente, conquistamos mais liberdade de ação. Fazer o que se ama, por exemplo, pode ser um grande desafio, porque o que você realmente gosta de fazer pode “bater de frente” com as crenças familiares, com o que é esperado pela família e pela sociedade. Hoje em dia, se fala muito em propósito, mas sem entender o que nos impede de atingir nossos objetivos, fica quase inviável descobrir um propósito de vida, por exemplo. Para isso é preciso ser livre, e só se é livre quando se tem total controle sobre pensamentos e ações. Aqui, na Biointegral Saúde, fazemos um trabalho de investigação de memórias gravadas no subconsciente e nas células do corpo, e também trabalhamos crenças limitantes que podem impedir nossos pacientes de conquistar seus objetivos. Quer saber mais? Entre em contato conosco!

Por que é tão importante conhecer as causas reais de dores e doenças?

Por que é tão importante conhecer as causas reais de dores e doenças?

Só quem tem uma dor recorrente sabe o quanto é importante ir a fundo e descobrir de onde ela vem. Descobrir as causas reais de dores e doenças permite iniciar um processo de recuperação efetivo, e não apenas paliativo. Quem não quer parar de sentir dor?

Você sabe me dizer por que é tão importante conhecer as causas reais de dores e doenças? Se você já sentiu uma dor, tomou uma medicação, e logo ela voltou, e assim sucessivamente, sem uma explicação lógica ou visível, vai entender o que eu quero dizer. Se a gente não olha para todos os processos que envolvem aquele sintoma, que, no caso, é a dor, não consegue estruturar um tratamento que seja mais eficaz e que possibilite atingir o foco do problema, de verdade. Isso acontece com enxaquecas, ansiedades, síndromes, distúrbios do sono e alimentar. Você vai ao especialista, retrata o quadro, o sintoma é descoberto e tratado. Você passa alguns dias bem, na melhor das hipóteses, e a dor volta. E por quê? Porque ainda temos como premissa, no ocidente, tratar a doença. Aliviar a dor, o sintoma. O caminho para uma reabilitação mais eficaz do ser humano é ser observado e analisado como um todo, caso contrário, o foco da dor ou da doença, inevitavelmente, fará com que ela volte.

Mas exatamente por que conhecer as causas reais de dores e doenças?

Porque elas podem ser psicossomáticas, ou seja, terem um fundo emocional. Porque elas podem ter origem em crenças limitantes, em padrões familiares, em traumas guardados no inconsciente e muito mais. Nem sempre a causa é aparente e fácil de ser detectada. Mas, uma vez encontrada, é ela quem vai dar o tom do tratamento, que vai indicar quais as melhores técnicas a serem utilizadas, e é ela quem vai permitir um caminho de reconexão com o foi desorganizado e, por isso, gerou a dor. Quando iniciamos um caminho de investigação de nossas memórias traumáticas e reconhecemos que somos seres em constante transformação e aperfeiçoamento, fica mais fácil aceitar nossas imperfeições ou os fatos que aconteceram e que nos moldaram, que fazem parte de quem somos hoje, mas que, não necessariamente precisam seguir conosco. Assim, é possível deixar para trás algumas bagagens emocionais e traumáticas e seguir mais leve e saudável.

Saia do papel de vítima!

Saia do papel de vítima!

Quem tem alguma doença ou sofre com um mal crônico acaba sempre achando que é injustiçado pelo mundo, acaba entrando no papel de vítima. Mas a verdade é que a maioria dos males de que sofremos podem ser evitados ou combatidos como uma postura positiva e autônoma da vida.

Saia do papel de vítima! Acreditar que é injustiçado pelo mundo que tudo de ruim acontece com você é um atraso para seu processo de cura. Antes de ficar culpando outras pessoas ou o universo pela sua doença ou por alguma dor crônica, olhe para dentro. As principais respostas de que precisamos, já as temos. Mas é necessário realizar uma investigação interna, iniciar um combate ao sofrimento com uma postura positiva e autônoma da vida. Mas e o que isso quer dizer? Somos senhores da nossa realidade. Muitas emoções e memórias que dirigem silenciosamente nossas vidas estão gravadas na memória inconsciente ou nas células do nosso corpo. Como não temos essa informação e não encontramos a cura, tendemos a buscar causas externas. Entretanto, acontecimentos externos podem, inclusive, ser gerados por uma vibração dessas memórias, das nossas crenças limitantes. Ou seja, o que achamos ser a causa do mal, pode ser também causado por nós mesmos. E qual o caminho a seguir? Investigar, primeiramente, nosso interior. Entender que fatos podem ter marcado nossa memória e nosso corpo e podem ser os causadores de situações como:
  1. Enxaquecas
  2. Insônias
  3. Depressões
  4. Síndromes
  5. Alergias
  6. Bloqueios
O primeiro passo é entender que não somos vítimas. Mesmo se a causa for algo que sofremos no passado, cabe a nós tomar as rédeas da situação e virar o jogo. Alguém já disse que não podemos mudar o começo da história, mas podemos escrever um novo fim. Pois eu digo: é possível viver uma vida plena, sem dores, sem situações crônicas que impeçam nossa felicidade! Como? Entendendo que há um caminho de cura para praticamente tudo e buscando as alternativas possíveis para cada caso. Meu trabalho como fisioterapeuta especializado em Microfisioterapia já me colocou frente a frente com situações diversas: dores que pareciam incuráveis, insônias que tiravam a paz há anos, falta de apetite, apetite extremo, dificuldades com determinadas situações sem explicação aparente. Acredite: tudo tem uma razão e motivo, e encontrando essas causas, é possível iniciar um tratamento com resultados incríveis. Sergio Bastos Jr

Quem você vê no espelho?

Quem você vê no espelho?

Você já pensou sobre autoconhecimento? Quem você vê quando olha no espelho? Sabia que todas as dores e doenças que você vem carregando ao longo da vida falam muito sobre quem você é? O que acha de descobrir mais sobre si mesmo e ainda por cima iniciar um tratamento?

Quem você vê quando olha no espelho? Você tem o hábito de olhar para si e realmente entender quem é, quais são suas necessidades, seus talentos, suas fragilidades? Boa parte daquilo que sentimos, especialmente dores crônicas e doenças reincidentes, tem relação direta com nosso inconsciente e com as memórias que gravamos no corpo. No corpo? Sim, parte das nossas memórias não são gravadas no cérebro. Uma grande parte delas, eu diria. Elas acabam sendo capturadas pelo corpo, sob a forma daquilo que sentimos no determinado momento em que aconteceram, e ficam lá, em algum tecido do nosso organismo, fazendo parte da nossa forma peculiar de ver e sentir o mundo. Mas se elas estão lá, quietinhas, por que mexer, não é mesmo? Eu vou explicar: essas memórias estão lá, quietas, mas elas dirigem, de forma indireta, toda a nossa vida. Quer ver só: imagine que você sofreu uma perda muito grande, quando criança, e essa situação não ficou gravada em sua memória consciente, por você ter pouca idade ou pela própria natureza traumática do ocorrido e como uma defesa do próprio cérebro. Apesar de você não lembrar, os sentimentos, as sensações conectados a esse fato ficam registrados no seu corpo. Mesmo sem lembrar, existem alguns estopins que podem trazer a mesma sensação, os mesmos sentimentos à tona. Seja um cheiro, uma voz, uma música, uma temperatura. Caso o organismo não se defenda, você irá sofrer tudo novamente. Então, ele se defende: com dores, alergias, problemas que fazem com que o foco seja desviado. Ou ele reage, também com dores e doenças, muitas vezes reproduzindo o que você sentiu naquela ocasião. Um dor de cabeça forte, uma dor de estômago. E de novo o sofrimento existe, sem que o fato em si esteja acontecendo novamente. Por isso eu pergunto: quem você vê quando olha no espelho? Será que você percebe a sua própria totalidade? Será que conhece tudo que está gravado no seu inconsciente, no seu corpo, e que, sem que você saiba, dirige boa parte da sua vida? Procurar nossas origens, nosso universo interior e fazer uma análise dessas memórias que existem silenciosas é parte de um processo de cura, seja de dores e doenças, seja do seu emocional. Pense nisso. Há muito mais do que podemos efetivamente ver a nosso respeito. Fresia Sa

A maior gentileza começa com você mesmo

A maior gentileza começa com você mesmo

Mesmo quando procuramos por soluções para dores e doenças, é muito mais fácil indicarmos para outras pessoas do que reconhecermos a nossa própria necessidade. Você tem exercitado a maior gentileza, aquela que começa com você mesmo?

A maior gentileza começa com você mesmo, quando passa a observar o seu próprio corpo, sua mente e suas emoções para identificar a origem do que lhe faz mal. Qual foi a última vez em que você silenciou para tentar ouvir sua voz interior? Isso parece algo muito distante e intangível para você? Pois talvez esteja na hora de começar um caminho “de volta para dentro”. A Microfisioterapia pode te ajudar nessa jornada. Recebemos muitos pacientes aqui na clínica com problemas bem específicos. Ou ao menos o que é possível identificar antes mesmo de realizar uma sessão: falta de sono, apetite exagerado, dores localizadas, enxaqueca, falta de estímulo pela vida. A lista é longa. Mas a quase totalidade dessas pessoas sai da primeira sessão de Microfisioterapia com um mapa da cura, sim, mas também com uma listinha um pouco maior de “causas”, digamos. Isso porque a falta de sono pode ser uma consequência de diversos fatores. A super fome também, a depressão, apatia, medo, tudo pode acontecer em decorrência de uma série de fatores e um dos insights mais constante é: “eu não sabia que isso existia em mim”. Eu não sabia do trauma, eu não sabia dessa crença limitante, eu não sabia que eu mesmo me sabotava e me impedia de crescer. Mas é assim. E obviamente a Microfisioterapia é um processo incrível que ajuda a identificar e a curar essas causas. Mas o melhor de tudo é que esse processo nos leva um pouco mais para dentro, mais para perto de nós mesmos. Temos que nos tornas nossos melhores amigos, acolher quem somos e trabalhar nosso interior, nossa rotina, nossos sistemas para viver melhor. Se temos que ser gentil com os outros, temos que ser ainda mais conosco. Se temos que olhar para o próximo com empatia, temos que nos aceitar com ainda mais amor. Afinal, só podemos oferecer aquilo de que estamos cheios. Do que você está cheio, hoje? De alegrias e oportunidades ou de dores e desamor? Conta pra gente e agenda seu horário aqui.

Nosso corpo é o mapa da cura!

Nosso corpo é o mapa da cura!

Pode ser que ele, hoje, seja visto como a fonte das suas dores. Mas o seu corpo é um mapa para alcançar a cura desse mal-estar. Cuide bem dele!

Apesar de carregar nossas dores e doenças, nosso corpo é um mapa da cura e deve ser bem tratado, física e psicologicamente. Por muito tempo, acreditamos que a inteligência e a memória viviam apenas no cérebro, e que o corpo somente respondia a estímulos. Talvez, inclusive, venha daí todo o preconceito, todo tabu com relação ao corpo, esse veículo incrível que nos permite a vida. Hoje, sabemos que o corpo também carrega memórias responsáveis por muitos traumas, crenças limitantes, dores e doenças. Especialmente as crônicas. Mas, saber disso mudou nossa forma de lidar com o corpo?

Essa discussão é mais do que saudável, é necessária: como você vê o seu corpo? Sabemos que a relação que se tem com o corpo é pautada pelo meio social, familiar e pela nossa própria forma de ver o mundo. Para muitos, o corpo é uma ferramenta – de trabalho, de performance, de equilíbrio. Para outros – é o meio que permite a agressão, a dor, o abuso. Ambos são legítimos, são verdadeiros porque refletem histórias de vida, educação, experiências. Mas sabemos que existe uma forma mais saudável de lidar com o corpo, em ambos os casos.

Pense em um atleta que não tem a estrutura física que seu esporte exige. A relação com o corpo, nesse caso, será sempre de buscar resultados impossíveis, e de constante fracasso. Agora imagine uma pessoa que foi abusada fisicamente. Mesmo que ela não lembre, por um esquecimento voluntário ou mesmo por uma questão de idade, seu relacionamento com o corpo certamente será algo perto da repulsa, ou talvez do medo, já que ele pode ser visto como o meio que permitiu a agressão.

Da mesma forma, algumas pessoas carregam mágoa, causada por não se sentirem inseridas em um modelo considerado ideal de corpo pela sociedade em que vivem.  Triste, não é mesmo? Ter tantos estímulos de fora que impedem a total liberdade de ser, que barram a alegria e o bem-estar emocional. E mais: que colocam no corpo, nosso companheiro de jornada, a “culpa” por insatisfações e tristezas.

Acredite, o corpo é, na verdade, o verdadeiro mapa da cura. Entendendo suas limitações, buscando a causa de dores e doenças, vamos compreendendo nossa personalidade, encontrando soluções para os problemas que enfrentamos e criando uma relação mais saudável. Ao invés de ver seu corpo como um causador da sua tristeza ou insatisfação, veja como um aliado. É ele quem carrega sua história, e é nele que as mudanças podem e devem ser feitas!

Quer saber como? Mande um email para contato@biointegralsaude.com.br