fbpx

Até quando conviver com a dor

Em mundo onde se medicar é considerado normal, conviver com a dor pode ser algo auto imposto, sabia? Mas até quando é preciso sofrer, se podemos buscar formas de realmente nos tratar?

Até quando conviver com a dor? Qual o limite que temos que nos dar antes de realmente desejar parar de sofrer? Vivemos em uma realidade na qual é considerado normal se medicar. Saudamos a indústria farmacêutica como se ela fosse a única salvadora e esquecemos que muito daquilo que sentimos é auto imposto e que poderíamos buscar uma cura efetiva para nossos males. Dor de cabeça? Dos nas costas? Alergias constantes? Chega! É hora de entender o que o nosso corpo diz e buscar ajuda. Qual é a medida da sua dor? Você já parou para pensar nisso? Constantemente, vemos dois tipos básicos de pessoas: aquelas que procuram o médico por qualquer mudança no organismo, e aquelas que entender a dor como algo necessário e que se automedicam. Como em tudo, o exagero é sempre nosso inimigo. Eu acredito que o ideal é sempre o caminho do meio: entender o próprio funcionamento, seja físico ou mental, observar possíveis mudanças e avaliar a medida daquilo que sentimos é a melhor forma de fazer escolhas mais acertadas. Mas quando você tem que utilizar medicamentos para a dor todos os dias, algo está errado e é preciso avaliar mais a fundo. Não é normal ter dor sempre. Assim como não é normal só estar bem quando medicado. A não ser que você tenha um diagnóstico muito preciso e a recomendação para uso daquele medicamento, não é normal. E ainda assim, posso dizer por experiência profissional, que há casos que o próprio diagnóstico pode ter como causa problemas emocionais, traumas, crenças que temos sobre nós mesmos e sobre a vida. Nossa mente é um terreno fértil, e pode ter flores, mas também muitas ervas daninhas. Para cuidar do jardim, é preciso saber separar. A verdade é que muitos de nós convivem com a dor sem necessidade. Descobrir suas causas reais e inclusive o que em nós provoca a doença e o mal-estar é fundamental. Muitas vezes, talvez a maioria delas, o foco está lá no fundo, no inconsciente, nas memórias que tentamos esquecer – quantos sofrimentos que nos parecem pequenos e esquecidos podem ter deixado marcas que perpetuam exatamente por meio de dores crônicas? Mas só podemos reconhecer, e tratar, essas causas quando tomamos consciência delas. E o caminho precisa ser iniciado. Meu desafio para você é este: busque ajuda! Entenda o funcionamento da sua mente, dos seus mecanismos emocionais e as relações que isso pode ter com o que você sente fisicamente, seja cansaço ou dor. O tratamento para aquilo que suga sua energia todos os dias pode estar bem mais perto do que você imagina.
Vamos conversar?
Precisa de ajuda?
Ola. Como podemos de ajudar?
Podemos agendar sua consutla por aqui tambem.